A República Centro-Africana (RCA) é um dos países mais pobres, mas belos da África Central, com ricas reservas naturais. Sua capital é Bangui, e as línguas oficiais são Sango e francês.
O clima varia, com temperaturas médias de 25°C a 27°C, e estações úmida (verão) e seca (inverno). Possui rica história, com marcos como o Arco do Triunfo de Bokassa, o Palácio Presidencial, mercado central e museu.
Atrações naturais incluem as cachoeiras de Buali e M'baiki, lar de pigmeus com estilo de vida ancestral.
O turismo é pouco desenvolvido, focado em natureza e cultura local. Localizada no centro da África, a RCA tem 622.984 km², majoritariamente um planalto.
O Monte Ngaui (1410m) é o ponto mais alto. Rios como o Ubangi (afluente do Congo) e Sangha são importantes cursos d'água.
Mapa da República Centro-Africana

A República Centro-Africana possui 16 prefeituras e uma comuna autônoma, Bangui, que é a capital e a divisão mais populosa. As prefeituras subdividem-se em 71 subprefeituras.
Upper Cotto é a maior em área. Bangui, fundada em 1889, situa-se no Rio Ubangi e se tornou capital após a independência em 1960. É o centro político, administrativo e comercial do país, abrigando o governo nacional.

A população da República Centro-Africana (RCA) é de aproximadamente 4,745 milhões de pessoas, dividida em cerca de 80 grupos étnicos.
O maior grupo é o Baia (Gbaya), representando 33% da população, originários do norte da Nigéria e conhecidos pela resistência aos franceses, praticando agricultura de subsistência. Os Manja, intimamente ligados aos Gbaya, constituem 13% (573.000 pessoas).
O povo Banda compreende 27% (1,2 milhão), tradicionalmente no nordeste, agricultores de mandioca e algodão. Os Sar, nilotas do curso superior do Nilo, são 10% (441.000), também presentes no Chade e Sudão.
O povo Mbaka (4% ou 177.000 pessoas) é uma minoria notável, com líderes proeminentes como David Daco. Os Yakoma (4% ou 176.000) falam línguas Bantu e são aparentados aos Mbaka.
Os Árabes Baggara (2,4% ou 108.000) são historicamente pastores nômades. Outros grupos incluem Kara, Vodaabe, Azande e Baka.
Oficialmente, o francês e o Sango são as línguas oficiais; o francês é usado em documentos formais, mas apenas 22,5% o falam, enquanto o Sango, uma língua crioula derivada do Ngbandi do Norte, é a língua principal para cerca de 92% da população e usada nos negócios.
Estima-se que 65 línguas indígenas sejam faladas. O Árabe Chadiano é uma língua minoritária importante. Religiosamente, o cristianismo é predominante (80,3%), sendo 51% católicos romanos e 29% protestantes.
O Islã abrange cerca de 15%, concentrado no norte e nordeste. As crenças religiosas tradicionais são seguidas por apenas 5% da população, mas práticas ancestrais são incorporadas por muitos cristãos e muçulmanos.
A República Centro-Africana possui terras férteis e agricultura como pilar econômico, representando 50% do PIB e empregando mais de 70% da força de trabalho.
As principais culturas alimentares são sorgo, gergelim, milho, amendoim, mandioca (produção anual entre 200.000 e 300.000 toneladas), painço e banana.
Culturas comerciais incluem café e algodão (25.000 a 45.000 toneladas anuais), com incentivos recentes para cana-de-açúcar e dendê. A pecuária (ovinos, aves, bovinos, suínos e caprinos) enfrenta desafios devido à mosca tsé-tsé.
A silvicultura é significativa, respondendo por 16% das receitas de exportação, com madeira focada no sul. A pesca fluvial, principalmente de tilápia, é crucial para a proteína local.
A mineração contribui com 7% do PIB, sendo os diamantes 40% das exportações totais. O país também possui reservas de ouro, urânio, cobre e minério de ferro, embora apenas ouro e diamantes fossem extraídos em 2016. O PIB é de US$ 2 bilhões, com renda per capita de US$ 400.
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