O Senegal, na África Ocidental, é um destino turístico popular, fazendo fronteira com Mauritânia, Mali, Guiné e Guiné-Bissau, e banhado pelo Atlântico, quase cercando a Gâmbia.
Sua capital é Dakar, e as línguas oficiais são Wolof e francês. O país possui rica natureza, com manguezais, florestas subtropicais, savanas e planícies.
O Lago Rosa, notável por sua cor e alta salinidade, é um dos principais atrativos naturais. A cultura e tradições são vivenciadas em festivais de música e no artesanato das regiões centrais.
O Senegal é considerado um país seguro, atraindo muitos turistas, principalmente franceses. Entre os pontos turísticos estão Dakar, Ilha de Gore, Catedral de Saint-Louis e o Parque Nacional Niokolo-Koba.
O clima é dividido em seco e úmido, com temperaturas anuais médias em torno de 30–32°C, podendo superar 50°C no interior.

O Senegal, com 196.712 km², é um país plano na África Ocidental, dividido em três regiões físicas: planaltos vulcânicos em Cabo Verde (onde fica Dakar), terras altas no leste (ponto mais alto de 581m) e uma vasta planície central.
Possui costa atlântica e rios como Senegal e Gâmbia. O país é dividido em 14 regiões, sendo Tambakunda a maior e Dakar a mais populosa.
O Senegal, cujo nome significa "nosso barco", possui 47 cidades e sete outros assentamentos. Sua capital é Dakar, a cidade mais populosa com 1.146.053 habitantes em 83 km², localizada na costa atlântica, sendo a mais ocidental da África.
Dakar possui um clima semiárido quente com estação chuvosa de julho a outubro. Colonizada por portugueses e depois franceses (a partir de 1677), Dakar ganhou importância após a construção de um forte em 1857, tornando-se centro de exportação de amendoim e capital da África Ocidental Francesa em 1902.
Após a dissolução deste império e um breve período como capital da Federação do Mali, Dakar tornou-se a capital do Senegal independente em 1960. Hoje, abriga a sede do governo, residências oficiais, a Assembleia Nacional, tribunais superiores e é o centro econômico do país.
A região metropolitana de Dakar ultrapassa 2,4 milhões de pessoas. Suas atrações incluem a Ilha Gori e museus. Tuba é a segunda maior cidade (529.176 hab.), considerada santa para o Muridismo e local de sepultamento do xeque Amadou Bamba Mbakke, atraindo milhões na peregrinação anual Grande Magai.
Rufisk (490.694 hab.), importante porto no século XVI, hoje é um subúrbio de Dakar com indústria de cimento. Outras cidades importantes incluem Tiyaski, Ziguinchor, Kaolak e St. Louis.
O Senegal é habitado por diversos grupos étnicos. Os Wolof formam a maior etnia (43%), concentrados no Noroeste, perto do Rio Senegal.
Em segundo lugar, os Fula (24%), predominantemente muçulmanos, pastores e agricultores, originários do norte da África. Os Serers constituem o terceiro grupo (15%), localizados no oeste e dedicados ao comércio e agricultura. Os Jola (4%) são o quarto grupo, vivendo na região de Casamance.
Mandinka (3%) e Soninke (1%) vêm em seguida, com outros grupos somando 10%. Devido ao domínio francês, o francês é a língua oficial, usada no governo e educação, sendo falado fluentemente por uma minoria da população.
As línguas nacionais incluem Wolof, Pulaar, Serer, Mandinka, entre outras. O Wolof é a mais comum, servindo como língua franca, falado por cerca de 80% como primeira ou segunda língua.
O português também é uma língua de ensino secundário estabelecida após a independência. A principal religião no Senegal é o Islamismo sunita, praticado por 92% da população.
O Cristianismo representa 6%, concentrado em Casamance e grandes cidades como Dacar, com a maioria dos cristãos sendo Serers. Hindus (principalmente de origem indiana) e animistas, que respeitam as tradições ancestrais, compõem os 1% restantes, sendo o baobá uma árvore sagrada para muitos.
Os recursos naturais do Senegal compreendem terras aráveis, paisagens atrativas, florestas, peixes e minerais como fosfatos.
A agricultura é vital, empregando cerca de 75% da força de trabalho, apesar de as terras aráveis serem 17,5% da área total e a irrigação ser limitada devido às chuvas irregulares no Sahel e solos inférteis.
Culturas principais incluem milho, milheto, sorgo, arroz, algodão, cana-de-açúcar e amendoim, sendo Casamance uma região produtiva.
A pecuária, com milhões de bovinos, caprinos e ovinos, não supre a demanda local de leite, levando a importações significativas. A pesca é economicamente crucial, com atum e sardinha entre as capturas; em 2005, frutos do mar representaram 22% das exportações.
O turismo é um setor desenvolvido, atraindo visitantes europeus e americanos com paisagens e locais históricos como a Ilha de Gorée (Patrimônio da UNESCO). Em 2018, o PIB nominal era de US$ 24,24 bilhões, com a renda externa dependendo de exportações de cereais, pescado, granito e turismo.
O setor agrícola tradicionalmente foca na produção de amendoim, embora esforços visem diversificação. A indústria senegalesa, mais desenvolvida na África Ocidental, inclui setores fortes em artesanato e alimentos, sendo um grande exportador de manteiga de amendoim na região.
Dakar concentra indústrias como metalurgia, têxtil, montagem de automóveis e estaleiro naval. O setor de alimentos e bebidas é o de melhor desempenho industrial, produzindo açúcar, leite e refrigerantes. A indústria têxtil é verticalmente integrada, baseada no algodão local.
A indústria química processa petróleo e fabrica plásticos, farmacêuticos e fertilizantes, com a maior parte da produção consumida internamente.
A mineração contribui com 1,9% do PIB; o Senegal é um grande produtor de atapulgita e explora ouro, calcário e fosfatos.
O Senegal possui diversos parques nacionais e santuários de vida selvagem. O Parque Nacional Basse Casamance, criado em 1970 com 5.000 hectares, abriga rica fauna como o colobo vermelho ocidental e o leopardo, mas está fechado a visitantes.
O Parque Nacional da Ilha Madeleine, em ilhas rochosas perto de Dakar, é dominado por baobás e possui aves marinhas raras.
O Parque Nacional da Língua Bárbara, em uma península arenosa, protege 2.000 hectares e espécies ameaçadas como a tartaruga-de-pente.
O Santuário Nacional de Aves do Juj, no Rio Senegal, atrai aves migratórias como flamingos e pelicanos. O Parque Nacional Niokolo-Koba, Patrimônio Mundial da UNESCO, é vasto, com savanas e zonas úmidas, preservando 1.500 espécies de plantas e uma grande diversidade animal, incluindo elefantes, leões e chimpanzés.
Finalmente, o Parque Nacional Delta Saluma, na foz do Rio Saloum, é um local de observação de aves como o colhereiro eurasiano.
A culinária senegalesa mistura influências norte-africana, portuguesa e francesa. Peixe, frango, bovino e cordeiro são proteínas comuns, excluindo porco devido ao Islã. Arroz, cuscuz e legumes são base, com destaque para o prato nacional Tiboudien.
O Senegal possui o Parque Nacional Niokolo-Koba, savana com rica fauna e flora, e ilhas com história notável: Gori, ligada ao tráfico de escravos, e St. Louis, antiga capital francesa dependente do turismo. O Delta do Saloum é fértil para aves, somando-se aos patrimônios culturais como os Círculos de Pedra.
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